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Leafar - (1 mês atrás) Boa a sua crítica, André. Meu Nome é Dindi encanta e desencanta ilusões da nossa história, homenageia Belair e nos faz sonhar com dias melhores para o moderno cinema brasileiro.
fabiolima - (1 mês atrás) E ai Andre, vc viu que agora da pra mandar menagens pros nossos contatos de moviemobz direto pro email das pessoas?
Leafar - (2 meses atrás) Olá, André! Gostaria de te adicionar aqui. Acho que fizemos o curso "A invenção do cinema marginal", no MAM, organizado pelo Tela Brasilis. O trabalho do Movie Mobz realmente é muito interessante. Estou trabalhando no filme Meu nome é Dindi, do diretor estreante Bruno Safadi. Achei ele muito bonito. Se vocÊ quiser, veja o trailer dele neste blog que estou construindo: www.meunomeedindi.blogspot.com
raissuli - (4 meses atrás) Aí xará, como faço pra sugerir/pedir que um filme seja negociado/catalogado pelo Movie Mobz? Não existe essa possibilidade? Abs!
Andyc - (4 meses atrás) Aii cara, te achei aii. Aceita ! Abraçoo !!
  • Feliz Natal(Nota deste usuário: 10) Filmaço! Tudo parece propositalmente embriagado, das atuações aos movimentos de câmera e enquadramentos. Um texto minuciosamente amargo e doloroso. Uma trilha sonora que aumenta ainda mais a melancolia (me lembrou as trilhas de filmes absolutamente diferentes, PARIS,TEXAS e DE OLHOS BEM FECHADOS). Mas, é claro, em se tratando da direção de um (grande) ator, nada se destaca mais do que os atores. Além do enquadramento íntimo dos rostos, alguns embates (na maioria das vezes em duplas) são antológicos. Impressionou-me particularmente a primeira aparição de Darlene Gloria com aqueles olhos "sangrando" lágrimas. Mas o diálogo dela com o Lucio Mauro é outra pérola. Mas tem o Leonardo Medeiros, a Graziela Moretto, aqueles 2 amigos junkies, aqueles dois molequinhos... Que seleção impressionante. 2008 marcou a estréia de dois dos maiores atores do país. A julgar pelos filmes FELIZ NATAL e FESTA DA MENINA MORTA, Selton Mello e Matheus Nachtergaele DEVEM continuar dirigindo. Assim espero, já que fizeram mais do que bonito. Só me preocupa 1 coisa. Gostarem tanto da coisa a ponto de botarem pra escanteio suas carreiras de ator.
  • Meu Nome é Dindi(Nota deste usuário: 10) Vi ontem e ainda estou anestesiado. Técnicamente impecável, plásticamente inovador, emocionalmente poderoso. Uma declaração de amor a uma geração de cinema defenestrada pela história audiovisual oficial. Uma prova cabal que o cinema de invenção ainda tem espaço para renovação. Numa visão onde o cinema autoral é personoficado por uma quitanda no embate com um supermercado (a suposta indústria audiovisual?), o filme destila gás novo e propõem assuntos que até então pareciam perdidos desde a chamada retomada do cinema nacional. Longos planos sequências, todo o tipo de som e ruído direto e uma hipnotizante Djin Sganzerla me fizeram recordar a cada instante o cinema do papai Rogério e do "comparsa" Bressane, a mamãe Helena (principalmente em A MULHER DE TODOS), a Belair e o exercício de criatividade libertária. A direção do Bruno Safadi é um achado e o roteiro uma pérola que mostra como o Circo Brasil mudou tão pouco nesses 40 anos. Talvez a única diferença do "marginal" de hoje para o de ontem é que, dessa vez, até os militares são vítimas do sistema. E, claro, rever Carlo Mossy e, principalmente a outrora musa belairiana Maria Gladys é sempre um prazer, mesmo que em papéis pequenos. Ainda estou processando a emoção e as lágrimas (sim, não me lembro de chorar no cinema há uns bons 10 anos), mas acho que o filme nacional do ano chama-se MEU NOME É DINDI.
  • Arctic Monkeys at the Apollo(Nota deste usuário: 8) Sensacional a experiência de ver um show em telona e som 5.1. Espero que a moda pegue...