Perfil de Vinicius Silva

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  • MAMBR

    5 meses atrás

    Olá Vinicius. Já te adicionei. To vendo que o amigo está produzindo bastante criticas, todas muito boas. Dei uma passeada no seu Blog www.sobaminhalente.com , igualmente muito bom. Lá tb vi o post que vc fez sobre a Moviemobz, está bem informativo. Provavelmente muitos dos usuários de Salvador, vieram pelo sue link. Em Salvador, já somos 83 participantes, e creio que em breve estaremos conseguindo fazer nossa primeira sessão. Valeu sua força para a Moviemobz. Qualquer sugestão ou observação, por favor nos escreva. Forte Abraço. MAM
  • diorama

    5 meses atrás

    Para lerem mais críticas: www.sobaminhalente.com
  • MAMBR

    5 meses atrás

    Olá Vinicius. Muito boa a sua crítica sobre Longe Dela. O filme de fato é para não se esquecer. Lembrando que a (sempre boa) atriz/diretora Sarah Polley tem apenas 29 anos (tinha 26 quando filmou). Abs MAM
  • O Cheiro do Ralo

    Nota: 8.1 (443 votos)

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    Lourenço é dono de uma loja que compra objetos usados. Aos poucos ele desenvolve um jogo com seus clientes, trocando a frieza pelo prazer que sente ao explorá-los, já que sempre estão em sérias...

    Cinema Do Museu

    18 usuários mobilizados

  • Antes que o Diabo Saiba que Você Esta Morto

    Nota dada: 10

    Em um mundo como este em que vivemos, é importante falar que a única que nos move parece ser o dinheiro. E, obviamente, isso não poderia ser diferente até porque o próprio sistema exige que tenhamos esse tipo de pensamento. O poder é uma busca muito maior que a felicidade, porque um leva ao outro. E o poder só tende a crescer e nunca é demais. Se, por exemplo, uma pessoa já é rica ela dá um jeito de querer mais e o pobre, que sempre está na ?lama?, quer chegar no topo. Se percebe, assim, que é uma guerra de interesse e de individualidades, além da competitividade exigida pela própria forma de governo. O filme Antes que o Diabo... escrito por Kelly Masterson e dirigido pelo experiente e consagrado Sidney Lumet trata dessas questões. Ele coloca dois irmãos: Andy (Hoffman) e Hank (Hawke). Os dois estão passando por um momento muito ruim e precisam urgentemente de dinheiro. Andy tem tido um péssimo relacionamento com a sua mulher, se afortunado cada vez mais nas drogas e sem expectativas de como conseguir dinheiro. Hank, o seu irmão caçula, tem uma situação parecida. Sem pagar a pensão da filha há três meses e ainda devendo dinheiro para um bando de gente, ele precisa achar alguma forma de conseguir dinheiro para quitar as suas dívidas. É uma temática muito parecida com o filme de Woody Allen O Sonho de Cassandra, quando ele também apresenta a história de dois irmãos que também estavam em situações parecidas com os estes personagens aqui apresentados e acabaram se envolvendo em um negócio familiar para assassinar um inimigo do tio deles. A partir disso, uma série de acontecimentos foram se desencadeando e Woody Allen soube conduzir bem a história, apesar de um final no mínimo estranho. Neste longa de Sidney Lumet a história é praticamente a mesma, assim como a personalidade dos irmãos. Andy aparenta ser um cara mais decidido e durão, disposto a fazer qualquer coisa para conseguir o dinheiro. Hank é um cara mais cauteloso e medroso, por isso está sempre se metendo em problemas. É nessa vontade de querer fazer qualquer coisa que Andy acaba tendo a brilhante idéia de assaltar a joalheria da sua própria mãe, por já conhecer o lugar e por saber as senhas dos cofres. Ele chama o seu irmão Hank que, obviamente, não concorda no primeiro momento, mas depois volta atrás e acaba se aliando ao seu irmão mais velho nessa loucura. A idéia, lógico, era de não machucar ninguém. Por essa razão eles até resolvem programar o assalto no sábado, um dia que a sua mãe não aparece na loja, apenas depois do meio-dia. Pois bem, com o plano tudo elaborado nada poderia sair errado, exceto o medo de Hank. Ele chama um amigo para ajudá-lo a fazer o trabalho-sujo e tudo sai errado. O parceiro de Hank entra na joalheria armado e, contrariando as expectativas, quem foi abrir a loja naquele dia havia sido a mãe dos irmãos. Na troca de tiros, tanto o amigo de Hank quanto a sua mãe morrem e começa aí as conseqüências dos fatos. A diferença entre os dois filmes, Antes que o Diabo saiba que você está Morto e O Sonho de Cassandra, está na forma com que os fatos posteriores são conduzidos. Sidney Lumet acaba criando uma expectativa muito maior em cima do que está sendo contado e ele vai apresentando os fatos aos poucos, pela perspectiva de cada um dos principais personagens envolvidos. Assim, ele acaba criando uma narração de idas e vindas, mas sempre mostrando novas ocorrências, mais ou menos como o Gus Van Sant faz quando monta os seus longas. Lumet acerta a mão neste aspecto, mas também com a sua direção cuidadosa e sempre peculiar. Ele soube mostrar o sentimento de cada persona depois do ocorrido. Seja com o espírito de vingança de Charles (Finney); a luta para fazer as coisas darem certo mesmo depois do que aconteceu de Andy; ou ainda o desespero de Hank e as atrapalhadas que só faziam piorar o que já tinha acontecido. E quando Andy descobre que o seu irmão Hank estava tendo um caso com a sua mulher, as coisas ainda ficam piores e Andy, que sempre tinha o controle da situação e sabia como resolver as coisas, acaba perdendo a cabeça no momento em que ele mais precisa do seu auto-controle. Enquanto que o despreparo de Hank em lidar com situações críticas, acaba livrando-o de algo muito pior. Por mais que Andy fosse calculista, ele cometeu alguns erros que fizeram com que o seu pai descobrisse que o seu próprio filho havia sido o responsável pela morte da sua esposa e da sua própria mãe. Sidney Lumet mantém o tom dramático até o final do filme, o que ressalta a sua capacidade na maneira de conduzir este filme, que tem um roteiro excelente. Antes que o Diabo... ressalta mais uma vez essa busca pelo poder, pelo dinheiro e em como isso pode machucar as pessoas, mas também no quanto até onde o ser humano é capaz de chegar para alcançar os seus objetivos. A verdade é que cada um pensa exclusivamente em si mesmo e nem a família escapa disso. O desfecho desastroso de um plano que parecia ser perfeito, é a temática explorada por Sidney Lumet. O diretor mantém o suspense do seu filme até as últimas cenas, e mesmo quando o pai tem de tomar uma decisão corajosa, o longa consegue criar uma tensão em cima de algo que já era praticamente certo. Com uma temática um pouco pesada, Sidney Lumet nem se importa com o fato de não existir personagens carismáticos no seu filme, muito pelo contrário. Lumet soube levar a expressão ?para cada ação existe uma reação? ao pé-da-letra e não hesitou em mostrar algumas verdades no desfecho do seu filme. O resultado: uma obra extremamente bem elaborada e com um elenco que dispensa comentários.
  • Juno

    Nota dada: 8

    Assisti à Juno com a mesma despretensiodade que o filme tem. Não fui esperando muito, mas também, não é um longa que devemos julgar pela capa ou pelos atores ou, ainda, pela história. O diretor de Obrigado por Fumar (Jason Reitman), cria em Juno a oportunidade que o espectador tem, de sentir a reflexão imposta pelo roteiro, mas de uma maneira diferente e sem cair nos devidos clichês que uma obra como essa poderia ter, em referência a outros filmes que optaram pelo mesmo tema: gravidez na adolescência. É complicado retratar temas como esse e dialogar com o público adolescente. Mas, quanto a isso, pode ficar despreocupado, porque Juno tem uma sensibilidade para encarar o fato da gravidez na adolescência de maneira inteligente, sem falar no ?humor negro? que cerca a personagem principal, interpretada pela jovem atriz Ellen Page. Além de um roteiro sensível, o filme traz mais do que encarar o simples fato de uma adolescente de 16 anos estar grávida, fugindo do estereótipo criado pela nossa sociedade. Tudo aquilo que uma pessoa com essa idade pode sofrer de preconceito na escola, é muito bem retratado, mas a dinâmica de humor faz com que o filme não entre no mérito de se tornar clichê ao mostrar como as pessoas olham para a barriga de Juno, com aquele ar de reprovação. O roteiro de Diablo Cody é a expressão de um personagem que possui tanto o lado materno (adquirido a pouco tempo), mas também o seu lado de criança, seguindo a tendência característica do filme. Sabendo que estava grávida ? e ela fez o teste 3 vezes para comprovar ? Juno tenta encarar esse fato novo da sua vida quando, na verdade, ela só queria se divertir. Mas ela continua se divertindo, sem deixar de lado a seriedade que precisa ser levada em conta quando se trata de um tema como esse, que é, no mínimo, polêmico. Morando com os seus pais adotivos, Juno é o tipo de garota diferente de todas as outras, tanto na maneira de se vestir, quanto na música que ouve. Vivendo cercada de pessoas que cada vez mais são estereotipadas e vivem em seus grupinhos no colégio, Juno foge dessa premissa e cria o seu próprio mundo, mas não se afastando dos outros, muito menos se sentindo reprovada pelas outras pessoas pela gravidez não desejada que ela está enfrentando. A saída que Juno encontra para ter o seu bebê e não abortá-lo, é procurando um casal que esteja afim de criar uma criança, mas que nunca puderam ter. É aí que entra a personagem de Jennifer Garner, como uma mãe que sempre desejou ter um filho e sabe que nasceu para isso, mas nunca teve a chance de ter um. Juno, sabendo que não estava preparada para ser mãe, acredita que a melhor saída é entregando o seu filho para alguém que possa amá-lo e cuidá-lo da melhor maneira possível e com o carinho que uma criança precisa ter, crescendo em um verdadeiro lar. O filme, nesse estágio, se preocupa em deixar claro que essa é a melhor decisão quando não se está preparada para começar uma nova vida como esta, mas aponta também para o lado responsável da coisa, que é a preocupação que se precisa ter quando deixamos uma criança com pessoas desconhecidas. E Juno se mostra como uma mãe, mesmo sem perceber que está agindo como tal, quando ela visita o lar em que o seu filho vai viver, ou quando ela vai conhecendo casal que estará adotando o seu filho aos poucos, mostrando que é necessário fazer esse tipo de investigação. Afinal de contas, é de uma vida que estamos falando. O apoio dado pelos pais adotivos foi um outro ponto que achei acertado pelo roteiro que fora criado. O que primeiro veio a minha cabeça, era como os seus pais iriam reagir com a notícia. Para a minha surpresa, eles acabaram reagindo muito bem. Obviamente que existe aquela surpresa por eles não imaginarem que uma garota de 16 anos pudesse estar grávida mas, ao contrário do que normalmente é retratado, eles se prontificaram e deram o apoio que Juno necessitava. E mesmo assim, Juno dá o espaço merecido para o romance e, principalmente para a música que envolve os personagens Juno e Mark, parecendo que poderia existir um romance entre os dois, que ambos estariam apaixonados, fazendo com que o filme adentrasse em uma outra polêmica: o namoro entre uma garota de 16 anos e um homem de 30 anos. Foram provas de que o filme poderia seguir o clichê aqui citado no texto, mas toda essa premissa só ajuda para que Juno percebesse o quanto amava e estava apaixonada pelo pai do seu filho, Paulie Bleeker, mesmo sem ter um prévio relacionamento com ele. No entanto, o grande mérito do filme é o poder de dialogar, tanto com o público jovem quanto com o público adulto, o que acaba sendo importante para a construção da história. Juno não é um simples filme feito para os adolescentes e para chamar atenção dos problemas que pode acarretar uma gravidez nessa fase da vida onde, obviamente, estamos a procura de algo mais. Ele não se preocupa em dar lição de moral, pelo contrário, ele deixa para que cada um tire as suas próprias conclusões, intercalando a linguagem narrativa entre os dois mundos: juvenil e adulto. O filme de Jason Reitman é delicioso e tem, em Ellen Page, o carisma que é preciso para conquistar o público e a crítica. O final não me deixa mentir, quando ele se mostra ainda mais despretensioso do que eu achava.
  • Em Paris

    Nota dada: 8

    Este é o terceiro longa-metragem de Christophe Honoré, mais um falando do amor de uma forma delicada, característica do diretor, que adora traçar nos seus filmes os laços amorosos que existem entre os seres humanos. Diga-se de passagem, ele faz isso sempre de forma muito competente. Em ?As Canções de Amor?, por exemplo, Honoré fala das diversidades das relações amorosas, da perda e da sobrevivência em Paris, as reviravoltas de um triângulo amoroso, como surge a aproximação de um relacionamento homossexual. O interessante de ?As Canções de Amor? é que tudo é representado de uma forma cantada, como se fosse um musical realmente, sempre na base de um compasso para explicar essas duras relações e como nós, seres humanos, convivemos com ela. O seu mais novo longa, ?Em Paris? - que estreou essa semana em São Paulo e não tem data para chegar em Salvador ?, Christophe Honoré nos presenteia com um dos melhores filmes de 2007. A sua sensibilidade em sempre retratar as relações de amor, de carinho, de afeto, de ódio, de perdão e de tantos outros sentimentos nas ruas de Paris nos emociona por soar tão sensível e verdadeiro. Nesse seu mais novo longa, pelo início deste, poderíamos julgar que ele narraria um amor entre duas pessoas na cidade apaixonante de Paris, símbolo do Romantismo exposto nas suas arquiteturas e na sua beleza estética. Mas, longe disso, ele retrata e vai fundo no amor verdadeiro entre dois irmãos. Quando Anna se separa de Paul, este fica arrasado e resolve se mudar para a casa do seu pai. Nesse mesmo ambiente, mora o seu irmão Jonathan, que vive uma vida mais tranqüila de estudante universitário, atrás de festas e mulheres. Mas, enquanto Paul se afunda em depressão, Jonathan também revela ainda estar profundamente arrasado com a morte da sua irmã Claire, de 17 anos, mesmo não demonstrando. Claire suicidou-se com 17 anos e até hoje a família procura uma explicação, principalmente Paul, que nunca entendeu o motivo pelo qual a sua irmã vivia chorando pelos cantos. Jonathan sente que Paul está indo pelo mesmo caminho de Claire, só que ele sabe o motivo de estar tão triste. O amor pode revelar muitas coisas. Em muitas ocasiões, o silêncio pode ser a coisa mais sábia a fazer, principalmente quando queremos ouvir o ?sim? de alguém e esperamos por aquela resposta como esperamos pela aprovação no vestibular. O amor também pode ser cruel, pode ser mesquinho e trazer uma vida cheia de amarguras para quem realmente estava vivendo na ilusão de ter encontrado o grande amor da sua vida. Assim foi com Paul. O grande erro dele foi não dar muita importância para Anna enquanto os dois estavam juntos. As brigas eram constantes, as discussões cada vez mais intermináveis. Mas, essa não era a graça do amor? Na verdade, o que é o amor? Será que vale a pena se jogar de uma ponte por alguém, por ter amado alguém? O amor tido como incondicional, não acontece apenas com duas pessoas de sexos opostos. Nós podemos declarar o nosso verdadeiro amor para os nossos amigos, para os nossos parentes e, principalmente, para os nossos irmãos. E é assim que Christophe Honoré enxerga o relacionamento amoroso entre duas pessoas. Os primeiros minutos do filme pode até enganar os espectadores, pois retrata o fim de um relacionamento, mesmo não seguindo uma ordem cronológica dos fatos, onde Honoré se utiliza da narrativa de inserção (mesmo recurso usado por Gus Van Sant no seu longa ?Last Days?), para mostrar como os dois terminaram e em como Paul chegou no fundo do poço. Depois do fim do relacionamento, Anna não aparece mais na projeção, exatamente porque o diretor não queria trazer o sofrimento de Paul em contraste com Anna. Os fatos estavam explícitos, as imagens representavam a dor de um verdadeiro amor que se rompeu e que só foi verdadeiro naqueles momentos que duraram e que, agora, não passava de meras lembranças. Alguns críticos chegaram a dizer que ?Em Paris? é uma homenagem à Nouvelle Vague de François Truffaut, só que na forma da história de dois irmãos. E soa perfeitamente igual. Truffaut era um gênio na arte de expressar o amor entre duas pessoas e de criar comédias maravilhosas e deliciosas, vide ?Beijos Proibidos?. As personagens femininas apresentadas pelo diretor são meras coadjuvantes nesse longa encabeçado por personagens masculinos. A idéia de Honoré é mostrar como o homem demonstra o seu amor, não necessariamente ligando isso ao fato de ser por uma mulher. Os personagens femininos apenas ilustram as passagens vividas por Jonathan que, em contraste com a tristeza do seu irmão Paul, vive a vida que qualquer estudante vive, atrás de descobertas e de se aventurar nas ruas romãnticas que só Paris possui. A relação da família de Paul é outra constante do filme, tanto que boa parte dele é ambientado na sua casa, com tomadas pelas ruas de Paris, para exemplificar exatamente o constraste já citado entre Jonathan e Paul. Guy Marchand atua de maneira espetacular, tentando demonstrar o quanto ama os seus dois filhos e o quanto se preocupa com o estado em que Paul está, mas sem saber ao certo como amar e como fazer os seus filhos perceberem que ele ama. Mas, mesmo assim, o Romantismo entre o homem e a mulher tem espaço na projeção de Christophe Honoré, principalmente no momento em que Paul e Anna cantam no telefone, formando um dueto maravilhoso e emocionante. A letra tem a delicadeza certa para mostrar que o relacionamento entre eles acabou e a expressão que cada um tem na cena exprime que, apesar de terem terminado, eles se amaram. Nem mesmo essa cena consegue superar o momento mais emocionante do filme, onde Honoré confirma o amor incondicional entre os dois irmãos. O momento final em que Paul lê um livro de época para o seu irmão funciona exatamente como uma metáfora para a história criada pelo diretor. Um aprendendo com o outro, o mais velho ensinando o que sabe e passando a sua experiência para o mais novo, relacionamentos que fazem parte entre irmãos. ?Em Paris? é a chance de ver o amor, palavra tão repetitiva e cheia de significados, além de um relacionamento amoroso. ?Em Paris? nos dá a oportunidade de olhar mais pronfudamente para o amor entre dois irmãos e Christophe Honoré provoca o nosso interior e o nosso entendimento do que realmente significa amar alguém, incondicionalmente.