XXY

Título original: XXY
Dirigido por:
Gênero:
Status: Digital High Definition
7.7 (144 votos)

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Críticas

Wfdc2  que deu nota 10 O que achou da critica?RuimRegularÓtima

Excepcional abordagem de uma rara situação na Medicina - Sindrome de Klinefelter, isto é individuos XXY, com caracteres sexuais masculinos e femininos.Imperdivel.

Massalai  que deu nota 10 O que achou da critica?RuimRegularÓtima

Ver este filme foi fazer uma viagem em minhas escolhas, meu jeito de ver o diferente. Muito bom. Eloquentes representações. Adoro o cinema latino americano.

anakamila  que deu nota 4 O que achou da critica?RuimRegularÓtima

XXY é a combinação genética que causa o hermafroditismo. E é também o nome do filme escrito e dirigido por Lucía Puenzo. A obra foi escolhida para representar a Argentina na disputa por uma vaga na categoria do Oscar 2008 de Melhor Filme Estrangeiro ? e acabou nem sendo selecionada entre as nove finalistas que brigariam efetivamente pela indicação. O filme se passa durante os dias em que Kraken (Ricardo Darín) e Suli (Valeria Bertuccelli) recebem a visita de um outro casal e seu filho Alvaro (Martín Piroyansky), de 16 anos. Ao que tudo indica, os visitantes estão ali para conversar com os anfitriões de que é necessário e ainda dá tempo para que sua filha adolescente, Alex (Inés Efron), de 15 anos e portadora de hermafroditismo, faça uma cirurgia de mudança de sexo. ?XXY? poderia abordar tal tema de várias maneiras. A diretora e roteirista Lucía Puenzo nos mostra que Alex é uma jovem sem identidade alguma e que não sabe se é homem ou mulher, heterossexual ou homossexual. O filme tem até uma visão muito covarde disto tudo, já que retrata pessoas que se escondem, pois possuem medo de enfrentar seus problemas e de assumirem da forma que realmente são. Por isso, o grande pecado desta obra é fazer com que o espectador acompanhe isto tudo de uma distância segura e desconfortável, sem se envolver muito com tudo o que está acontecendo.

abcruz  que deu nota 6 O que achou da critica?RuimRegularÓtima

O roteiro tem personagens perdidos na trama e somente o pai e a filha têm veracidade. A sindrome apresentada pela personagem poderia ser melhor discutida atravez de uma pesquisa aprofundada. Destaca-se a interpretação do pai, da filha e uma fotografia sobria, a serviço da estoria.

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