Shortbus
Nota 8.4 (107 votos)
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| Título original: | Shortbus |
| Dirigido por: | |
| Gênero: | |
| Status: | Digital High Definition |
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Unibanco Arteplex SP
26 usuários mobilizados
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Reserva Cultural
6 usuários mobilizados
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rafaelslam
Nota dada:10
O que achou da critica? ruim boa
Filme extremamente delicado que consegue tratar sobre sexualidade com cenas de sexo explicito sem cair no erro de muitos filmes de se tornar vulgar ou desnecessário, cada cena se encaixa tão bem no contesto da história e de todos os personagens e suas fragilidades emocionais. O único critério necessário para ver o filme é deixar de lado qualquer pudor ou conservadorismo em relação a cenas de sexo.
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cebuxexa
Nota dada:4
O que achou da critica? ruim boa
Realmente, um filme iconoclasta e nunca feito antes. Mesclar cenas de sexo explícito com um roteiro no mínimo razoável é algo que não se vê hoje em dia: ou só se tem um daqueles filmes pornográficos de quinta categoria, no qual a pia da moça entope e o bombeiro que vem consertar acaba não resistindo à tentação de traça-la, ou um filme de roteiro impecável, com bons atores e, no máximo, uma ou outra cena de sexo implícito. Mas a simples existência do iconoclasta não transforma nada em objeto de qualidade. E Shortbus é isso, um filme sem qualidade. Retirem-se as cenas de sexo explícito - o que provavelmente acontecerá se o filme chegar à China ou a Cuba, ou aconteceria aqui se vivêssemos nos tempos da ditadura - e há um roteiro, no máximo razoável. São os conflitos pessoais - e os sexuais se incluem aí, como sempre, mas nem um pouco mascarados ou disfarçados - de uma Nova Iorque rendida ao "american way of life", como se vê em tantos outros filmes de roteiros fracos, entupidos dos mais encardidos clichês. As situações às quais estamos acostumados, da "telenovela das oito" e da "sessão da tarde", das quais a elite intelectual procura se distanciar, enquanto com as quais a grande massa acomodada tanto se identifica, são transferidas, no Shortbus, para personagens não convencionais: um casal de homens gays, uma terapeuta sexual - a qual insiste em não ser chamada assim - pré-orgástica, uma dominatrix, um voyeur, um dono de uma boate surreal, a Shortbus do título e alguns outros. Os diálogos de sempre, os sentimentos de sempre, os conflitos psicológicos de sempre - e alguns se perguntariam, que conflitos psicológicos? -, tão triviais, só preto-no-branco, são adaptados a esses novos personagens, que na verdade nada têm de novos, a não ser pelo fato de serem aparantemente diferentes. E o filme é isso, apenas diferente dos outros na aparência. Mas lá no fundo, os personagens são todos iguais: a protagonista da "novela das oito" e a terapeuta, um casal bonito heterossexual da "novela dos seis" e o casal "fofo" gay, a atormentada garota solitária da "sessão da tarde" e a dominatrix. Shortbus pegou os personagens clichês das esquinas cinematográficas, passou maquiagem e os colocou pra fazer sexo explícito. Deu no que deu: iconoclastia sem qualidade.
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a.toffani
Nota dada:10
O que achou da critica? ruim boa
é um filme lindíssimo! as cenas, como o rafael disse, não são vulgares. é tudo muito realista e sincero. conservadorismo é anacronismo. é um filme incrível, que termina te deixando com um sorriso no rosto. muito lindo!
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lucubratione
Nota dada:10
O que achou da critica? ruim boa
Amazzzing? Um dos melhores da minha lista,concerteza. Além de nos presentear com temas pouco imaginados(acredito eu)nos permite vaguar por relacionamentos complexos,cenas incrívelmente explícitas,outras leves e impactantes. Diria,FORTE,mas não caberia apenas isso. Um ótimo filme! Com idéias gigantes ! _ Bem,existe uma curiosidade a respeito do nome. Tudo indica que seja um ônibus amarelo daqueles amaricanos. Pode ser analogia para "Agrupar pessoas" Enfim,se puderem assistir... Vão deliciar-se.
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Pingu
Nota dada:10
O que achou da critica? ruim boa
E boa missa àqueles que se sentirem agredidos com as cenas. Shortbus tem a satisfação de lembrar que causar desconforto com o impacto estético (e ideológico) é papel do bom cinema. Para não sair do lugar da mediocridade existem as novelas da globo, sala de espelhos da hipocrisia de nossa sociedade. Ai de nós, culpados, em batismo, por existir.