O Escafandro e a Borboleta

Nota 8.8 (297 votos)

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Título original: Scaphandre et le Papillon, Le
Dirigido por:
Gênero:
Status: Digital High Definition

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  • xracer

    Nota dada:10

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    Excepcional, tanto visual como dramaticamente. Não é triste, é trágico. E não é deprê, para minha surpresa.
  • Argentino

    Nota dada:10

    O que achou da critica? ruim boa

    O Escafandro e a borboleta é a prova viva de que esta é uma história feita para ser filmada. Qualquer outro meio sentiria falta dos mecanismos que o cinema dispõe para construir tão intenso drama pessoal. Indo contra a corrente, no sentido de aproveitar tudo que não se usa no cinemão como desenquadramentos, câmera boba e desfocada, o filme consegue engolir o espectador e dar-lhe toda essa ilusão de aprisionamento do tal citado escafandro. Imperdível.
  • euferbr

    Nota dada:10

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    O Escafandro e a Borboleta O filme conta a história verídica de um homem que tem um derrame e desenvolve uma síndrome ?locked in?, na qual só movimenta um olho, mas mantém o psiquismo intacto. Não tem como se comunicar. O diretor faz uso da câmera subjetiva na maior parte do filme e permite que o espectador compartilhe da sensação do protagonista da visão limitada espacialmente pelo uso de apenas um olho e pela imobilidade de todo corpo. Além disso, o espectador compartilha de seu mundo mental e angústias através da narração em off utilizada, com o som de seus pensamentos. Cenas em flashback passam rapidamente, com câmeras tremidas, variações abruptas de iluminação, imagens e fotos de pessoas. Através da câmera subjetiva, vemos as duas moças que o auxiliam no dia-a-dia, tentando estabelecer uma forma de comunicação e treinando músculos da fala e deglutição. Ficamos a par dos pensamentos divertidos a respeito delas e da terceira mulher, que será enviada pela editora com a qual tem contrato, para ajudá-lo a redigir o livro, ?ditado? por ele. O protagonista desenvolve um relacionamento com estas três mulheres, que se tornam o centro de sua vida neste momento. A ex-esposa e um amigo também são presenças constantes neste seu novo mundo e também aprendem o seu processo de comunicação, que o liberta da prisão de um corpo inerte. Cenas marcantes ficam por parte de seu encontro com os filhos e o telefonema com o pai, já um tempo depois do derrame. Com o tempo, Jean desenvolve técnicas para lidar com sua situação atual e deve isso a sua memória e criatividade, segundo ele próprio relata. Como uma ironia do destino, Jean morreu dez dias após publicar seu livro. Parece ter permanecido vivo só para realizar esta façanha. Será uma coincidência? Ele perdeu as forças pra viver após concluir o livro? De qualquer forma, é algo que nos faz pensar. O filme se diferencia de outros com temas semelhantes por não se apoiar no melodrama exagerado, embora a situação fosse de fato muito dramática. Talvez por isso mesmo, o exagero não ficaria bem, não há necessidade. O filme fala mais talvez sobre a solidão dessa situação e sobre como Jean utiliza seus recursos psíquicos para sobreviver. O título do filme vem de uma imagem muito bonita que o próprio Jean criou para entender sua situação. O Escafandro se refere à sensação física de estar preso dentro do próprio corpo e a Borboleta, à liberdade que ele passou a ter com seus recursos mentais. Ao final, a reconstrução do paredão do iceberg, em contraposição ao seu desabamento no início do filme, indica que com a realização de seu livro, Jean voltou a sentir-se inteiro e talvez por isso tenha finalmente conseguido morrer. Escrever o livro fez com que ele se unificasse novamente. http://cinemapsico.blogspot.com
  • adsartha

    Nota dada:10

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    fantástico! E ainda mais impressionante por se tratar de uma estória real. Excelente interpretação do Mathieu, q conseguiu ser excelente só mexendo um olho!
  • franktenorio

    Nota dada:10

    O que achou da critica? ruim boa

    Excelente filme.
  • nazgorgeous

    4 meses atrás

    Um dos melhores filmes que eu vi recentemente.
  • xracer

    5 meses atrás

    Excepcional, tanto visual como dramaticamente. Não é triste, é trágico. E não é deprê, para minha surpresa.